VidroSom apresenta soluções inovadoras para janelas acústicas

Saúde, Qualidade de Vida e Soluções Acústicas Práticas: Sem conhecimento, nada se resolve!

Com este sugestivo tema, a 12ª edição do VidroSom está marcada para o próximo dia 18 de Outubro.

Atenua Som realiza projeto décor na sede da revista Caras

A Atenua Som foi a empresa escolhida para fornecer as esquadrias termoacústicas das salas de reuniões e do estúdio de TV da unidade de São Paulo da revista Caras.

Portugal é o 4º país com maior poluição sonora da Europa

 

O Eurostat, gabinete de estatísticas da União Europeia (UE) publicou no site oficial informações sobre poluição sonora da Europa e a população de Portugal é o quarto país mais exposto aos ruídos – foram analisados em 28 pontos com cidades e comunidades sustentáveis, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estipulados pela Comissão Europeia.

Durante a pesquisa que começou em 2017, 23,5% da população portuguesa afirmava estar exposta aos problemas de ruídos, perdendo apenas para Alemanha que registrou 26,1%, Holanda com 25,6% e Malta que recebeu o índice de reclamação de 24,9%.

Estónia, Croácia e Irlanda apresentaram valores iguais ou inferiores a 9%, bem abaixo da média comunitária da UE fixada nos 17,5%.

– Poluição Sonora: Índice de satisfação dos habitantes da UE

Perguntaram aos habitantes de 83 cidades europeias em 2015 :
“De um modo geral, por favor, diga-me se está bastante satisfeito, satisfeito, insatisfeito ou bastante insatisfeito com o nível de ruído na sua cidade?”

Na questão dos níveis de ruídos a pesquisa informa que a população indicou “Satisfeito” ou “Bastante Satisfeito” em 21 das 28 capitais da UE.

Os resultados mostram diferenças significativas entre capitais da União Europeia que varia entre os níveis de ruído, entre 31% e 82%.

Os moradores de Dublin são os que mais reclamam dos níveis de ruído percebidos atingindo 82% de insatisfeitos ou bastante insatisfeitos.
Pesquisas anteriores indicavam Helsínquia (81%), Luxemburgo (79%), Viena (78%), Riga (77%), Vilnius (76%) e Londres (75%).

A maioria dos habitantes europeus estão satisfeitos com os níveis de ruído.

 

Vidro. Para os Para os Vidrados no Mundo

A Associação Brasileira de Indústria do Vidro – ABIVIDRO – , apresenta a campanha “Vidro.
Para os Vidrados no Mundo”, a ação faz parte de uma estratégia para os consumidores aumentarem a percepção e o conhecimento sobre os atributos do setor vidraceiro e como o produto é significativo na vida contemporânea.

“O vidro faz parte do nosso dia-a-dia, às vezes de forma imperceptível. Nosso contato com o mundo é, hoje, feito através de telas. O objetivo dessa campanha é mostrar o quanto o vidro é imprescindível em nossas vidas e sua versatilidade”, explica Lucien Belmonte, superintendente da Abividro.

Também é destacado como o vidro está presente em nosso cotidiano:  acessórios para iluminação, diversos utensílios para residências, vidros especiais para prédios, embalagens de cosméticos, aparelhos digitais, decoração e até no segmento fashion.

O trabalho ainda conta com uma trilha original toda composta com vidro, onde um músico especializado deu vida usando desde lâmpadas até taças.

A campanha em diversas mídias digitais até 2020 com a intenção de marcar um novo momento de relacionamento da ABIVIDRO com seus públicos de interesse, confira o site: https://vidradosnomundo.com.br/

Ficha Técnica Vidrados:
Cliente: ABIVIDRO
Produto: Institucional
Título: Vidrados

Aprovação:
Lucien Belmonte
Thaise Victorino

Agência Iris Worldwide São Paulo:
Diretora de Atendimento e Operações: Fabiana Jadão
Atendimento: Danilo Silvério, Lilian Platzer, Karini Selerges
Diretora de Operação Digital: Naomi Covacs
Diretor de Criação: Gustavo Blanco
Criativo Arte: Thais Barcellos
Criativo Redator: Caio Carvalho, Will Viscaino
RTV: Amanda Seabra e Lia D` Amico
Diretor de Planejamento: Cacau Lima
Planejamento: Gabriel Gonçalves
Mídia: Conrado Alegro

Produtora de Áudio:
*Alma11:11Audio*
Composição e Produção Musical: Diego Raso
Técnico/ Pós produtor: Junior Aragaki
Músicos (harmônica de taças) : Tomas Oliveira
Locutora: Maristane Dresch
Produção Executiva: Carla Bräuninger

Produtora de Vídeo:
*Soalma Production Co.*
Diretor: Guimel Salgado
Ass. de Direção: Antônio Matos
Diretor de fotografia: Michel Telsin
Produção executiva: Marina Waldvogel
Produtor: Leandro Langoni
Atendimento da produtora: Marina Waldvogel
Pós-produção/ Finalização: Cora Post

Atenua Som participa de projeto acústico da sede do Neojiba

A Atenua Som em parceria com a empresa Nagata Acoustics realizaram o tratamento acústico do Neojiba (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), programa governamental que tem por objetivo alcançar a excelência e a integração social por meio da prática coletiva da música.

A acústica ganha relevância no mercado hoteleiro com mudanças no comportamento do público


Ligada diretamente à sensação de conforto e privacidade dos ambientes de hotéis a acústica ganha mais relevância já que a mudança no perfil do comportamento do público e suas exigências aumentam a cada dia. Somado a isso, a velocidade com que se pode comunicar hoje as impressões sobre um hotel, com ferramentas como sites de viagens e fóruns interativos, além das redes sociais, vêm transformando de forma constante o serviço de hospedagem pelo mundo.

Mais do que um bom serviço, boas camas e higiene, o setor hoteleiro de forma geral tem buscado oferecer experiências únicas, memoráveis e sensoriais que levem os hóspedes a certo encantamento. Nessa tendência da hotelaria, a acústica dos ambientes, ligada diretamente à sensação de conforto e privacidade, ganha mais relevância, já que a mudança no perfil do comportamento do público e suas exigências aumentam a cada dia.

Somado a isso, a velocidade com que se comunica hoje as impressões sobre um hotel, com ferramentas como sites de viagens e fóruns interativos, além das redes sociais, vêm transformando de forma constante o serviço dos hotéis pelo mundo.

O conforto acústico produzido por materiais sofisticados com texturas, cores e impressões personalizadas ajudam a compor a identidade de um hotel e se inserem de forma fundamental na experiência dos hóspedes. A evolução das soluções em acústica busca acompanhar um mercado repleto de novidades tecnológicas em que, em alguns hotéis, se pode mudar as posições das paredes do quarto, ajustar de forma eletrônica a cama em diferentes direções, colocar as roupas para lavar e em pouco tempo retirá-las limpas, secas e passadas. Nesses locais, privacidade, silêncio e tranquilidade ainda são itens essenciais para o descanso.

Não existem normas específicas para a acústica de hotéis no Brasil. A ABNT NBRs 15575e 10151 e 10152, são as que servem como referência. “Para se ter uma ideia, o nível mínimo da normativa brasileira para edificações residenciais é de 80 decibels em dormitórios. Padrões internacionais para quartos em hotéis cinco estrelas não toleram mais que 55 decibels de ruídos externos. Ou seja, bem acima da régua brasileira, segundo André Raeder, consultor de acústica da Harmonia Acústica.

O primeiro hotel Four Seasons do Brasil, localizado em São Paulo, teve projeto acústico realizado pela Harmonia Acústica, que incluiu o lobbyballroom, salas de convenções, quartos, residências e um clube com spa, piscina, academia, restaurante e bar. Segundo Raeder, “um dos maiores desafios foi tratar os ruídos da área de equipamentos sobre as suítes presidenciais e isolar o ruído da Avenida das Nações Unidas, além de adequar as situações complexas do projeto aos padrões 5 estrelas do hotel”.

“Esquadrias e paredes isolantes, tipos de pisos, isolamento de casas de máquinas (bombas, gerador e compressor), desacoplamento estrutural da piscina − caso a mesma esteja na cobertura −, redução da reverberação nos lobbys e restaurantes, especificações de forros e revestimentos para os auditórios e salas de reuniões, além da avaliação das áreas administrativas”, são alguns dos aspectos a serem avaliados, segundo Débora Barretto, diretora técnica da consultoria Audium Acústica, na complexa equação para se alcançar o conforto acústico em projetos de hotéis.

Para controlar os efeitos de ruídos e vibrações é necessário evitar ao máximo os contatos rígidos e dimensionar elementos antivibratórios para cada situação, explica Barreto. Além disso, projetar barreiras acústicas, molas, paredes e portas isolantes, borrachas especiais com base em uma análise criteriosa de um consultor especializado é importante, segundo ela.

Privacidade e silêncio
Isolamento para limitar o ruído sem incomodar os quartos vizinhos, manter a privacidade ou para ter o máximo de silêncio no descanso após um dia intenso de viagem, trabalho, passeio, esportes ou lazer, é tudo o que um bom quarto de hotel precisa oferecer. Para atender um problema real como esse em São Paulo, a Atenua Som, fabricante de janelas termoacústicas, foi indicada pelo próprio autor do projeto do luxuoso Hotel Unique, o arquiteto Ruy Ohtake, a solucionar as frequentes reclamações dos hóspedes. Os principais incômodos vinham do barulho da avenida devida às acelerações e frenagens de motocicletas e ônibus. A impressão dos hóspedes era de que a janela ficava aberta. Já na face oposta do prédio, o ruído vinha do som dos equipamentos de refrigeração, segundo Nicole Fischer, diretora de produção da Atenua Som.

Do tipo maxim-ar circulares, de aproximadamente 1,8 m de diâmetro, com fecho caracol, constatou-se que o principal problema das janelas do Unique não vinham dos vidros e sim das vedações das esquadrias que não atuavam da forma devida.

“A média de isolamento antes da nossa intervenção era de 22dB. Após o trabalho passou a isolar 35dB em média”, explicam Michael Klein e Aparecido Bonifácio, engenheiros do laboratório da Atenua Som.

As paredes entre os quartos e o revestimento das lajes nos hotéis são itens fundamentais para a privacidade dos hóspedes, entre os andares de cima e de baixo, e o corredor. As soluções e sistemas utilizados devem blindar os ambientes de sons provenientes de aparelhos de TV e música, elevadores, casa de máquinas, do tráfego de pessoas e de carrinhos de malas, de limpeza, do frigobar, entre outros equipamentos que são fontes de ruídos.

Os sistemas de paredes com melhor desempenho acústico e, por isso, mais utilizados em hotéis pela versatilidade, segundo Raeder, são as drywall, mesmo se comparados aos de alvenaria e outros.  “Mas, para garantir o melhor desempenho, o uso de chapas drywall mais densas é fundamental, por permitirem a aplicação direta da lã de vidro sem a necessidade de reforçar a estrutura, o que ajuda no isolamento de ruídos de impacto”, explica Fernando Neves, coordenador técnico e comercial da Saint Gobain.

Para o isolamento vertical, a indicação de Neves é o painel em lã de vidro aglomerada com resina sintética, uma película branca impermeável que trata os ruídos de impacto gerados no pavimento das estruturas nas edificações.

Mercado em crescimento
Em um período de baixa temporada na economia global, o mercado brasileiro que, em 2018, foi marcado pelo baixo nível de crescimento de novas ofertas de hotéis e ocupação, esse ano começa a dar sinais de recuperação. Os maiores investimentos estão sendo projetados ainda para 2019 e 2020, com previsão da construção de 123 empreendimentos distribuídos pela região Sudeste e Sul, segundo o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil – FOHB. Além disso, segundo o mesmo Fórum, a ocupação hoteleira deve crescer 3,2% em 2019.

Cenários como esses são delicados para investidores que veem incertezas no contexto político do país e buscam dar tiros certeiros e sustentáveis em longo prazo. Com isso, os empreendimentos de uso misto com escritórios, residências, cinemas e áreas de comércio começam a crescer.

A ideia amplia o espaço do hotel como área aberta para a cidade e induz os hóspedes a terem experiências locais imediatas, mas trazem desafios para o conforto acústico dos usuários. Mais circulação de pessoas e diferentes tipos de equipamentos prediais colocam para o setor de acústica novos desafios e oportunidades.

Segundo Nancy Devai, gerente de produtos da Owa Sonex, “projetos como esses são bem planejados do ponto de vista da acústica. Muitos deles estão próximos das grandes avenidas e das marginais onde é necessário um tratamento acústico maior. Precisam ser muito bem concebidos para que uma área não interfira na outra de forma muito drástica. Os pontos de acesso precisam ser bem dimensionados e separados. São grandes facilitadores da mobilidade, mas exigem uma solução arquitetônica bem resolvida”.

O Palácio Tangará, por exemplo, um hotel 5 estrelas localizado no Parque Burle Marx, em São Paulo, além de oferecer sofisticadas experiências incluindo, uma gastronomia padrão Michelin, tem a acústica como item primordial de conforto aos hóspedes. O escritório de consultoria Akkerman Alcoragi foi o responsável pelo projeto de acústica. As divisões internas receberam as chapas drywall da Placo Saint Gobain nas paredes das suítes, circulação, banheiros e closets e o revestimento interno da fachada. Os forros foram colocados nos apartamentos e circulação, como em áreas nobres como lobby e salão de festas. Para o spa, ballroom e academia, a Owa Sonex forneceu a linha de forros acústicos.


O conforto acústico em corredores, áreas de lazer, cozinha, restaurantes e ambientes coorporativos, como salas de convenções, treinamentos e reuniões de empresas é responsável por parte importante do conforto sonoro ambiental de um grande hotel. “Como exemplo temos o sistema corredor, um forro removível, que são réguas de 30 cm por 2m, que é indicado para ser instalado em hotéis, pois resolvem bem o ruído de impacto”, explica Paula Omizzolo, gerente de desenvolvimento de mercado da Knauf AMF.

Além de manter o desempenho acústico as soluções devem se adequar ao perfil de design, identidade e valores da rede ou de cada hotel. Omizzolo ressalta que “hoje existem placas acústicas, forros e acabamentos que podem ser personalizados com a logomarca do hotel, imagens e cores específicas para compor com quadros na parede; além de máquinas que fazem cortes e criam mensagens e formas como as nuvens e ilhas acústicas de lã de rocha e dessa forma se consegue personalizar o design da acústica, importantes para o conforto visual dos hotéis”.

Créditos – ProAcústica
As imagens dos hotéis dessa matéria foram cedidas pelas empresas associadas citadas.

O ruído pode viciar – afirma especialista

Especialista em acústica e diretora técnica da Audium, a arquiteta Débora Barretto fala sobre como os ruídos interferem na sensação de bem-estar dos indivíduos e da sociedade em geral.

Para ela, a falta de entendimento sobre os riscos da poluição sonora torna a cidade praticamente insalubre em termos de ruídos urbanos.

Como minimizar os efeitos dos ruídos a que estamos submetidos diariamente e nem nos damos conta?
A gente se expõe a muitos ruídos no dia a dia e não nos damos conta, o que é muito perigoso.
Exemplo disso é o barulho do ar-condicionado no escritório ou mesmo do tráfego. O que a gente faz para solucionar esse incômodo? Aumenta o volume da TV, põe um fone, liga um ventilador para abafar os demais ruídos.
Só que tudo isso é muito perigoso, principalmente se forem estratégias adotadas na hora de dormir.
Os efeitos dos ruídos são cumulativos, surgem a médio e longo prazo, por isso a melhor saída é a proteção. Claro que sobre muita coisa a gente não tem controle, mas temos de estar atentos a isso e sempre em contato com os sons da natureza: cachoeira, pássaros, mar, árvores. Tudo isso nos conecta conosco mesmo e é fundamental para recarregar a energia.

Quais são os principais malefícios à saúde?
As doenças do século estão relacionadas à exposição do ruído: ansiedade, estresse e depressão.
As pessoas têm ficado cada vez mais ansiosas, intolerantes, porque o ambiente acústico que a gente vive impacta diretamente no nosso comportamento.
O lugar não precisa ser totalmente silencioso, desde que seja confortável.
Os níveis de ruído adequados têm muito a ver com atividade você está fazendo naquele momento: uma coisa é estudando, trabalhando dormindo.
Outra coisa é num restaurante, numa festa.
São níveis de conforto que devem se adequar à sua atividade.

O barulho pode viciar? Ou melhor, é possível aumentar a tolerância a ele e mesmo sentir falta/ansiedade em um lugar totalmente silencioso?
O som pode viciar sim.
As pessoas que são constantemente expostas a ruídos se sentem mal em ambientes silenciosos, desconfortáveis, como se fosse uma droga.
Esse é o grande perigo. Porque quando você abre mão dessa droga, você sente falta e tenta compensar de alguma forma.
Tudo isso é provado cientificamente. Infelizmente, o ruído vicia.
Se a pessoa não consegue dormir sem ruído, sente falta da TV e do ar-condicionado, é porque ela está viciada. Mas é algo que passível de reversão, desde que você se permita sentir esse desconforto para depois equilibrar seu organismo e fazer o que a sua saúde precisa.
A melhor forma das pessoas perceberem é as pessoas se permitirem estar em ambientes silenciosos, porque o som nos conecta com o momento presente. Senão você não vai perceber e só vai se dar conta quando vier uma série de problemas gástricos, cardíacos e do sistema nervoso.

E como fazer para se livrar, dentro de casa, dos barulhos da vizinhança? Vejo muita gente recorrendo a protetores auriculares, ou mesmo a fones que tenham isolamento acústico…São boas opções?
Usar protetor auricular não é solução.
O uso diário pode trazer complicações, como uma irritação ou mesmo uma inflamação no ouvido. A melhor solução sempre passar por trabalhar na emissão sonora. O ideal é buscar a fonte, reduzir o ruído ambiente.
Se é um bar, denunciar, porque ele tem que ser isolado acusticamente.
É possível também fazer o uso de esquadrias que garantam esse isolamento acústico e preservem a ventilação natural, por exemplo. Vale uma orientação técnica para que o profissional possa avaliar a demanda de isolamento e orientar a solução mais eficaz e econômica.
Só com uma orientação técnica é que você pode economizar e ter um resultado satisfatório, senão você só vai ficar na tentativa.
Tem muitas opções, mas cada caso é um caso.

Você é da área de arquitetura/engenharia, então queria saber, da sua perspectiva, se Salvador é uma cidade efetivamente barulhenta – inclusive, comparada a outras cidades do país. Pode ficar à vontade para fazer uma consideração enquanto cidadã também.
Acho Salvador uma cidade muito ruidosa, sim.
Parte disso pela falta do entendimento dos impactos da poluição sonora na saúde, por isso propago muito essa questão.
As pessoas associam muito isso a uma questão cultural. A gente tem que questionar essa venda da cidade enquanto festiva, porque não é só isso.
As pessoas precisam estudar, trabalhar, descansar.
Há cidades no mundo todo tão festivas e culturais quanto que equacionam melhor essa questão, com contribuições do poder público e do cidadão.
Essa falta de entendimento torna a cidade praticamente insalubre em termos de ruídos urbanos. Acho que melhoramos muito, com a fiscalização de bares e outros estabelecimentos comerciais.
Não acho que Salvador é a cidade mais ruidosa do Brasil, tem piores, mas temos muito a caminhar e evoluir.

A matéria “As doenças do século têm relação com o ruído” com a arquiteta Débora Barretto foi publicada no Correio24horas

Vidraceiros recebem comemoração virtual

No dia 18 de maio celebramos o “Dia do Vidraceiro” e a Abravidro  criou uma série de campanhas virtuais para homenagear os profissionais que prestam serviço no mercado de vidraçarias com a hashtag: #TamoJuntoVidraceiro

A ação tem a proposta de orientar os profissionais sobre as boas práticas que devem ser adotadas quanto ao cumprimento das normas técnicas, atendimento, política comercial e orientações técnicas.

O segmento está em constante crescimento, já que a tecnologia aplicada em vidros é cada vez mais avançada, seja na qualidade estética, em qualidade, aprimorando a segurança e resistência.

Aumentando as possibilidade estéticas e a necessidade de melhorar a acústica do ambiente, o vidro é cada vez mais utilizado por arquitetos e projetistas.

A importância do trabalho do vidraceiro

O vidraceiro entra na fase de acabamento, ele é o responsável por executar o corte, lapidação, furação ou instalação de vidros e espelhos.

Um profissional capacitado é capaz de evitar danos nos vidros e conservar outros materiais de acabamentos que já foram colocados.

A Atenua Som parabeniza pelo seu dia.

Poluição Sonora: Prefeitura regulamenta mapa do ruído em São Paulo


A Prefeitura de São Paulo regulamentou no dia 3 de maio a elaboração do Mapa do Ruído Urbano do Município.

A iniciativa vai possibilitar que o município tenha um diagnóstico de ruído territorializado e realizar as intervenções urbanas necessárias para o melhoramento da qualidade de vida das pessoas que residem em regiões afetadas pelo alto nível de poluição sonora.

A iniciativa, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU), vai possibilitar que a cidade melhore a qualidade ambiental e urbanística das regiões orientando os locais que irão receber a adoção de políticas públicas.

A produção do mapa foi instituída como obrigatória em 2016 pela Lei 16.499 do Executivo e deve ser realizada por região.

O município tem o prazo de até 7 anos para concluir as pesquisas, o mapa digital com a resultado final será disponibilizados no portal GeoSampa.

As áreas prioritárias serão definidas por um Grupo Gestor intersecretarial, sob coordenação da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, composto pelas secretarias municipais de Mobilidade e Transportes (SMT), Subprefeituras (SMSUB), Verde e Meio Ambiente (SVMA) e Inovação e Tecnologia (SMIT).

Na América do Sul, cidades como Santiago e Medellín já trabalham as necessidades urbanísticas seguindo informações do Mapa de Ruído.

Além de São Paulo, Bogotá e a cidade de Quito já estão em fase avançada de estudos para implantação.

Parque vai reduzir ruído no Minhocão

Em 24 de abril, a Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (ProAcústica), em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento (SMDU), divulgou um estudo mostrando que os ruídos urbanos na região do Elevado Presidente João Goulart (Minhocão) podem ser reduzidos pela metade com a implantação do parque do Minhocão.

A Secretaria Especial de Comunicação de São Paulo informou que o viaduto atinge os empreendimentos com níveis sonoros entre 69 e 76 decibéis. Ao ser interditado ao tráfego – apenas com o fluxo existente na Rua Amaral Gurgel – a região ficará com 10 decibéis a menos.

Além do desconforto e estresse, estudos revelam que a exposição ao ruído pode causar e/ou potencializar doenças como infarto, diabetes e pressão alta ao longo do tempo.

“Se os gestores entenderem que o mapa de ruído é uma ferramenta que determina a qualidade de vida das pessoas, nós teremos um grande avanço na paisagem sonora de São Paulo e consequentemente na saúde dos seus habitantes” – afirmou Edison Claro de Moraes, presidente da ProAcústica e diretor da Atenua Som